18 outubro 2019
10 outubro 2019
no horizons.
I wake up to no horizons
Like all my views have been destroyed
Like we've been hit by some asteroid
Like my nightmares are on steroids
Since you left the sky turned gray,
Like it didn't want us to go astray
Like it wanted us to find a way
Like my dreams would still prevail
You just showed up in my sleep
And you whispered "They made it rain"
Like you were sad because I weep
Like you didn’t want it to be this steep
No words will help for now,
Like we did not know each other
Like everything else spoke louder
Like there’s no magic powder
Like all my views have been destroyed
Like we've been hit by some asteroid
Like my nightmares are on steroids
Since you left the sky turned gray,
Like it didn't want us to go astray
Like it wanted us to find a way
Like my dreams would still prevail
You just showed up in my sleep
And you whispered "They made it rain"
Like you were sad because I weep
Like you didn’t want it to be this steep
No words will help for now,
Like we did not know each other
Like everything else spoke louder
Like there’s no magic powder
20/09/2019
09 outubro 2019
Anos-luz
ontem vieram-me à cabeça aquelas teclas arrepiantes dos The National, e lembrei-me que, tal como pensei naquele momento, naquele anfiteatro, já estavas a anos-luz de mim.
08 outubro 2019
boxista a ver as horas.
às vezes não estamos à espera,
como um boxista distraído a olhar para a hora,
sem imaginar que o chão vai embora.
às vezes ficamos mais baralhados que o vento,
que não dá tréguas e em breve nos levará o alento.
tamanho vento que até o largo perde a graça,
e, de imediato, ficamos diminuído face aos sorrisos na face de quem passa.
não saímos de casa para uma coisa destas,
mas ainda bem que já voltámos, ainda que com as pernas pouco lestas.
o paradeiro das ideias é incerto,
mas, ao menos, o corpo pode encolher-se sem pejo,
sem ninguém por perto que lhe crave um beijo.
como um boxista distraído a olhar para a hora,
beijando o tapete inconscientemente, à nora.
16 setembro 2013
All my dreaming torn in kisses.
hoje sonhei abusadamente contigo. e, meses após a última vez, falaste remotamente para mim.
preciso de uma nova palavra, porque dizem que as coincidências não existem.
preciso fechar os olhos e sonhar com outra coisa qualquer.
preciso de uma nova palavra, porque dizem que as coincidências não existem.
preciso fechar os olhos e sonhar com outra coisa qualquer.
24 junho 2013
i'm waiting for you, for i'm broken down.
«Tens um brilho no olhar sempre que olhas para a rapariga, e a tua aura muda completamente. Apesar das merdas, parecias feliz, como há muito não te via... Portanto, luta por isso.»
quem me dera ter armas para isso...
19 junho 2013
16 maio 2013
o vazio a esvaziar.
Custa tanto não falar contigo. Mas também me aflige, muita vez, quando falamos.
É como ir percorrendo uma estrada sem volante, sujeitando à irregularidade do traçado. Sem poder mudar ou evitar uma curva.
Sinto que perdemos aquela embalagem que tínhamos há umas semanas. Provavelmente, não nos levaria a lado nenhum. Mas custa sentir que até esse pequenino elo se esvai.
Tenho saudades do teu bom dia.
14 maio 2013
kamikaze.
Nós não deviamos ser tão cool quando estamos juntos. Deviamos ser aborrecidos e todas as outras coisas ruins. Torna tudo mais difícil. Para mim, claro.
Sabes o que mais me custa? É saber que eu tento mesmo imenso. Não que isso me dê trabalho. As coisas saem-me naturalmente, não é esforço nenhum tentá-lo contigo. Mas vai cansando. Perde-se a perspicácia, o bom senso a pouco e pouco. E a inutilidade vai-me entupindo as veias. E a frustração instala-se.
Desta vez, eu sabia que iria chegar a este ponto. Mas tinha decidido voltar a tentar. Porque quando tu apareces, o resto da paisagem desaparece. Perde o interesse. E foi por isso que decidi fazer mais um cameo como kamikaze.
Sinto-me perdido quando desapareces. Mas também me sinto desorientado quando estás presente.
Sabes o que mais me custa? É saber que eu tento mesmo imenso. Não que isso me dê trabalho. As coisas saem-me naturalmente, não é esforço nenhum tentá-lo contigo. Mas vai cansando. Perde-se a perspicácia, o bom senso a pouco e pouco. E a inutilidade vai-me entupindo as veias. E a frustração instala-se.
Desta vez, eu sabia que iria chegar a este ponto. Mas tinha decidido voltar a tentar. Porque quando tu apareces, o resto da paisagem desaparece. Perde o interesse. E foi por isso que decidi fazer mais um cameo como kamikaze.
Sinto-me perdido quando desapareces. Mas também me sinto desorientado quando estás presente.
10 maio 2013
30 abril 2013
29 abril 2013
1 mês e 27 dias.
e hoje não houve bom dia. nem haverá proximamente.
algum dia teria que acontecer. a altura até nem é má. mas dói na mesma, por vários motivos. dói pela imagem, dói pela ausência.
para o bem e para o mal, não há nada a fazer do meu lado. talvez cerrar os dentes e morder o dedo de vez em quando.
entretanto, vou ter saudades tuas, piruça. e foste a primeira pessoa a quem o disse.
19 abril 2013
speaking zerish.
acordar e saber que não tenho valor. acordar na insignificância. sim, porque aqui não há meio termo. ou somos aquilo que desejamos; ou o muito que até possamos valer, vale zero, porque não é isso que queremos ser.
deleito-me ouvindo as histórias felizes dos outros, invejando saudavelmente os seus sorrisos genuínos. e, no segundo seguinte, uma faca amarga parece atravessar-me o corpo. como um arrepio azedo que me retira brevemente a respiração.
e caminho sozinho, com estas ideias na cabeça. tentando perceber quando chegará a minha hora, se é que algum dia chegará. talvez seja por isso que deixei de usar relógio.
15 abril 2013
about yesterday.
"Se eu soubesse desenhar, hoje explicava-te com é tão fixe ver-te. Nem que seja
só mesmo isso."
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