17 setembro 2009

being around.









"This is the place where I save face This is the spot where I jump off This is the bar where I lose heart Over the pain and I'm past the bleeding It's not the tracks It's where They're leading This is my best King Carniubre This is my scream It's just a dull roar These are my hands I've shown you before It's irrelevant I'm an elephant she's a mouse"


15 setembro 2009

riot on an empty street.



"guess i'm doing something wrong
never feel right in these shoes
pocket full of matches and a head full of flames
got to warn you that i'm bad news
[...]
it's the same everyday when i wake up..."

09 setembro 2009

big idea.

encontro-me completamente nú de palavras para escrever quão bom isto é.


radiohead's "nude" - remixed by james houston

08 setembro 2009

desenhos desanimados.

Absolutamente derretido... E não pelo calor.

O vídeo acho que fala duma coisa assim meio estranha. Acho que se chama "carinho". Mas poderá ter mudado de nome entretanto, e eu não me ter apercebido.



P.S.: Acho que algures no vídeo, fazem algo parecido com isto.

04 setembro 2009

standing on the shoulders of giants.

Sabemos que temos um arcaboiço quando a mocinha da caixa do hipermercado nos quer cobrar 63 garrafões de água!

Certo. Era gajo para trazê-los todos para casa. Numa só mão. Ao pé coxinho. E com o sapato desatado.

31 agosto 2009

no fim de contas.


às vezes não entendo nada. às vezes até penso que sim, e até me esforço. mas não vale a pena.

vezes há em que, até para mim, fica difícil não pensar positivo. mas depois, a moeda cai no chão com a outra face pela .

vai. fica. deixa-te estar. cala-te. avança. desce. contorna. pensa. bebe. explica. deixa andar. sonha. contorce. enxuga. aplaude. mergulha. cozinha. afia. aconchega-te.

e aconchego-me. com almofadas. e com os sons de sempre. como se fossem candeeiros de cabeceira nunca trocados. nunca apagados. para que quando acordemos a suar, a sua luz já esteja ligada para mostrar que, no fim de contas, os monstros não existem.

ou, pelo menos, não estão ali. pelo menos, não naquela noite. num outro vazio cheio, certamente.

11 agosto 2009

frases a reter XVII.

M.N.D.: Então reabrimos este ticket?

N: Reabrimos.

M.N.D.: Oh sim, reabre-mo!

N: Não fales muito senão ainda acordas com um andar novo!

M.N.D.: Ai sim? Mas olha que eu preferia uma vivenda.

09 agosto 2009

summer albums #1.

Depois dos Glasvegas, chegou o tempo de Glasgow desvendar mais uma belíssima banda.

We Were Promised Jetpacks. São a urgência que precisa infinitamente de rebentar. Mas que nem sempre o faz e se retém erguida em cordas bambas para momentos de rara beleza.



"stay calm."

08 agosto 2009

insane in the name.

Se um dia tiver uma banda de hip-hop, já tenho nome: Cyprus Ill.

show the way to the next sushi bar.

Esta semana estreei-me num sushi bar.

E devo partilhar com orgulho que, a certo ponto, executei uma rabona com os pauzinhos.

04 agosto 2009

pleonasmo.

Liedson e Caicedo.

28 julho 2009

Sam won't play it again.


Depois de ter estado na eminência de abandonar o Camp Nou durante 2 ou 3 anos, Eto'o acaba por se despedir este ano. Continuará a ser para mim o avançado mais complicado de travar e alguém que factura onde quer que jogue.

Sim, tem um feitio especial e uma boca demasiado grande. Mas compensa tudo em campo.

Ibra terá que suar para me convencer acerca desta troca.

Sam, gracias.

26 julho 2009

been there.


directamente para o hall of fame.

22 julho 2009

13 julho 2009

dia 3 @ alive.

[o Lone Aliver 2 ou o anjo da guarda festivaleiro]


No último dia, avancei ainda mais cedo para o recinto (para mais tarde descobrir que passei o festival enganado nas horas, por ver o panfleto de forma errada).

Decidi assistir desde logo à actuação dos A Silent Film. Apesar de não cairem muito no meu gosto musical, pensei que tivessem mais interesse. Curiosamente foi durante a apresentação de novos temas que o concerto subiu o impacto, coisa que raramente sucede. (6/10)

Se no primeiro dia o palco principal nada tinha para me oferecer, neste dia a coisa não estava muito distinta. Olhando para o alinhamento percebia claramente que só me dirigiria àquele palco para desfrutar a Dave Matthews Banda (DMB).

No entanto, e como o corpo apresentava cada vez menos bateria, no intervalo entre os A Silent Film e Los Campesinos!, decidi descansar no alcatrão em frente a Ayo. Apenas ouvi 2 ou 3 temas e como tal não vou encetar avaliações.

Los Campesinos! vieram agitar as massas com o seu som estridente e a sua dupla voz sempre no limite do agudo. Fizeram-me pensar em descrevê-los como se os Belle & Sebastian ou os Bright Eyes tivessem sido invadidos por pedaleiras de distorção e bateristas enfurecidos.
Foram de longe das melhores bandas em termos de interacção com o público e no final, ambas as partes estavam rendidas.
"The members of Los Campesinos are Benfica fans!". Também cai sempre bem. (7.5/10)

Seguia-se a actuação que mais me preencheu. E surpreendentemente, ou não, veio do palco nacional. Os Madame Godard deram simplesmente um concerto irresistível. Soou tudo perfeito. Com muita pena minha, a tenda apresentava talvez a moldura humana mais fraca dos concertos que ali vi.
"Love is Poker" confirma-se como um dos temas nacionais mais fortes dos últimos anos e até a versão de "Spanish Bombs" esteve soberba.
Aposto que se David Byrne os visse, contratava-os na hora para a Luaka Bop. Cheirava a Vampire Weekend naquele espaço. (9.5/10)

Sentei-me a ouvir um pedaço da performance de Trouble Andrew mas não me aqueceu, e após a bucha, tempo para sentir Linda Martini. Desta feita, o palco nacional estava a transbordar. E em boa hora porque a banda mostrou-se muito forte, completamente venerada pelo público.
Tive pena mas não consegui terminar o concerto porque sentia que começava a ficar sem costas. (8/10)

Vai daí, sentei-me na esplanda situada na lateral do palco 2. Assistia aos pulos do pouco público às batidas providenciadas pelos Autokratz. A mim não me fizeram pular, até porque nem conseguiria naquele momento. (3/10)

E penso que no alinhamento deste dia residiu uma das falhas. Claramente, Lykke Li teria que ter entrado em cena antes desta dupla. Para quê entalar a sueca entre as batidas monstruosas dos Autokratz e das bandas seguintes? Além de me estragar o alinhamento, porque ao fim da primeira música zarpei para ver DMB, não fez sentido nenhum.

Chegava então a hora de encerrar o palco principal com a DMB. E foi tão épico que acho que deveriam rever o nome e passá-lo para Dave Matthews Orchestra!
O líder é um excelente mestre cerimónias. Sublime a piadola acerca das mocinhas que executavam danças supostamente sexy na torre em frente ao palco. (Apenas mais uma estupidez em que a organização decidiu insistir).
Tal como prometeu, cumpriu. Tocaram durante 2h30 (mais dois encores). E foi estonteante a química daquela banda, que ainda por cima mantém sempre o sorriso nos lábios enquanto executam a sua arte, mesmo apesar da tragédia que recentemente desabou sobre a banda. (8/10)

Fechavam-se assim as portas do festival. E fiz questão de ficar até que me pedissem mesmo para sair, enquanto se degustavam as últimas imperiais.

Até para o ano, se Deus quiser!