(à saída do Lux)
Tipa 1: Ainda tenho que tomar um banho antes de me pôr na cama!
Tipa 2: Banho? Lavar os dentes já vai ser uma guerra! Quanto mais...
20 abril 2009
16 abril 2009
genius moments.
butterrrrrrrrr. the tomatooooo. yessssssssss. os jingles de flauta. you know too much!
e de longe, o melhor narrador de sempre.
15 abril 2009
shot 45.
the black keys: so he won't break
"he's crazy from the pain
and can't get hurt again
if he ever falls
i'd be sorry for us all"
10 abril 2009
08 abril 2009
wow 3.
É por isto que chamam a Old Trafford o Teatro dos Sonhos. Jogo importantíssimo. Empatado a 2. 92 minutos de jogo. Estreia-se um miúdo de 17 anos. E decide o jogo, com um movimento.... de sonho.
pretty good morning.
bark cat bark: iceland
há momentos em que sentimos saudades de coisas ínfimas e até estranhas.
há minutos atrás, ao mexer o café, lembrei de quando fazia o mesmo no E-Office. e senti saudades de carregar a minha caneca até à entrada do edifício, e fumar com vista para a Portland Street.
e talvez agora, toda a amargura que pairava então, me torne ainda mais nostálgico. mas acabo sempre a sorrir com essas imagens na mente.
e uma recordação é sempre um comboio. nunca vem apenas uma imagem solta.
agora vou à varanda fumar, com vista para a Portland.
31 março 2009
made-up talk.
she: you know don't you?
he: what?
she: you're my number one.
he: yeah, i know... that's pretty fucking close to zero, innit?
he: what?
she: you're my number one.
he: yeah, i know... that's pretty fucking close to zero, innit?
25 março 2009
24 março 2009
23 março 2009
um passageiro do melhor.
eu sei, eu sei. o título fraquinho que pensei para este post, parece feito à medida para um filme qualquer com o Steve Martin, daqueles que passam nas matines de domingo, contendo piadas batidas e comédia física sem graça nenhuma (entenda-se esta comédia como escorregar numa casca de banana e aterrar em cocó ou algo ainda menos hilariante).
mas não estou aqui para falar disso, apesar de esta afirmação tornar estúpido o facto de ter escrito um parágrafo com algo sobre o qual não ia falar. e mais idiota ainda, é poder apagar facilmente esse parágrafo, para que ninguém soubesse, e não o fazer.
ia eu a dizer que tive o prazer de oferecer boleia a um rapazote na passada sexta-feira. e pude mais uma vez confirmar o inferno musical que é o meu carro. ao que consta, é quase tão tortuoso como ser técnico de beleza da Manuel Ferreira Leite.
aos 70km de viagem, o passageiro advogava: "tens uma maneira mesmo parva de curtir música." ao fim de alguns quilómetros, percebi que se referia mesmo à música que escuto, e não aos gestos e coros que eu ia executando.
o ponto alto desta história é que aos 100km de estrada, o passageiro colocava os seus próprios auscultadores e solta a música do seu mp3. não sei se isto é muito comum, mas pelo menos acho que sou a única pessoa que conheço a quem aconteceu esta efeméride.
ao sair do carro no nosso destino, e fora já de contexto musical, solta: "então vá, até domingo porque agora só já te apanho bêbado."
já não há respeito.
mas não estou aqui para falar disso, apesar de esta afirmação tornar estúpido o facto de ter escrito um parágrafo com algo sobre o qual não ia falar. e mais idiota ainda, é poder apagar facilmente esse parágrafo, para que ninguém soubesse, e não o fazer.
ia eu a dizer que tive o prazer de oferecer boleia a um rapazote na passada sexta-feira. e pude mais uma vez confirmar o inferno musical que é o meu carro. ao que consta, é quase tão tortuoso como ser técnico de beleza da Manuel Ferreira Leite.
aos 70km de viagem, o passageiro advogava: "tens uma maneira mesmo parva de curtir música." ao fim de alguns quilómetros, percebi que se referia mesmo à música que escuto, e não aos gestos e coros que eu ia executando.
o ponto alto desta história é que aos 100km de estrada, o passageiro colocava os seus próprios auscultadores e solta a música do seu mp3. não sei se isto é muito comum, mas pelo menos acho que sou a única pessoa que conheço a quem aconteceu esta efeméride.
ao sair do carro no nosso destino, e fora já de contexto musical, solta: "então vá, até domingo porque agora só já te apanho bêbado."
já não há respeito.
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