25 março 2009
24 março 2009
23 março 2009
um passageiro do melhor.
eu sei, eu sei. o título fraquinho que pensei para este post, parece feito à medida para um filme qualquer com o Steve Martin, daqueles que passam nas matines de domingo, contendo piadas batidas e comédia física sem graça nenhuma (entenda-se esta comédia como escorregar numa casca de banana e aterrar em cocó ou algo ainda menos hilariante).
mas não estou aqui para falar disso, apesar de esta afirmação tornar estúpido o facto de ter escrito um parágrafo com algo sobre o qual não ia falar. e mais idiota ainda, é poder apagar facilmente esse parágrafo, para que ninguém soubesse, e não o fazer.
ia eu a dizer que tive o prazer de oferecer boleia a um rapazote na passada sexta-feira. e pude mais uma vez confirmar o inferno musical que é o meu carro. ao que consta, é quase tão tortuoso como ser técnico de beleza da Manuel Ferreira Leite.
aos 70km de viagem, o passageiro advogava: "tens uma maneira mesmo parva de curtir música." ao fim de alguns quilómetros, percebi que se referia mesmo à música que escuto, e não aos gestos e coros que eu ia executando.
o ponto alto desta história é que aos 100km de estrada, o passageiro colocava os seus próprios auscultadores e solta a música do seu mp3. não sei se isto é muito comum, mas pelo menos acho que sou a única pessoa que conheço a quem aconteceu esta efeméride.
ao sair do carro no nosso destino, e fora já de contexto musical, solta: "então vá, até domingo porque agora só já te apanho bêbado."
já não há respeito.
mas não estou aqui para falar disso, apesar de esta afirmação tornar estúpido o facto de ter escrito um parágrafo com algo sobre o qual não ia falar. e mais idiota ainda, é poder apagar facilmente esse parágrafo, para que ninguém soubesse, e não o fazer.
ia eu a dizer que tive o prazer de oferecer boleia a um rapazote na passada sexta-feira. e pude mais uma vez confirmar o inferno musical que é o meu carro. ao que consta, é quase tão tortuoso como ser técnico de beleza da Manuel Ferreira Leite.
aos 70km de viagem, o passageiro advogava: "tens uma maneira mesmo parva de curtir música." ao fim de alguns quilómetros, percebi que se referia mesmo à música que escuto, e não aos gestos e coros que eu ia executando.
o ponto alto desta história é que aos 100km de estrada, o passageiro colocava os seus próprios auscultadores e solta a música do seu mp3. não sei se isto é muito comum, mas pelo menos acho que sou a única pessoa que conheço a quem aconteceu esta efeméride.
ao sair do carro no nosso destino, e fora já de contexto musical, solta: "então vá, até domingo porque agora só já te apanho bêbado."
já não há respeito.
20 março 2009
shot 44.
eddie vedder & rahat fateh ali khan- long road
foi há mais de dez anos. mas ainda me recordo de quando me falaram deste tema pela primeira vez.
achei curioso tal facto. tem ainda a qualidade de ter também sonorizado o arrepiante "Dead Man Walking".
tenham um longo fim-de-semana. e se der jeito, embelezem-no.
17 março 2009
a caminho da lua cheia. (beta)
De forma a suavizar a espera até dia 2 de Junho, quando E se transformar em lobisomem e o novo trabalho dos eels atingir os escaparates, farei posts semanais sobre a banda.
Com a breca! Se a Liverpool Hope University elaborou um mestrado em Beatles, também posso dar aqui uma mini orientação sobre a banda.
Não vou colocar material por ordem cronológica. Vou somente postar aleatoriamente o que me der na gana.
Hoje, "Railroad Man".
Para quem desconhece, E sempre foi um misfit. Alguém constantemente desenquadrado com a realidade circundante. Este tema é apenas mais um acerca desse desfasamento.
É sobre olharmos à volta e não reconhecer bem a paisagem, nem aquilo que vai acontecendo. Mas é também, ao mesmo tempo, sobre o valor enorme que tem sabermos ter os pés assentes na terra, sabermos quem somos e que, podendo saber pouco, sabemos o suficiente para não nos perdermos por esse labirintos manhosos.
Sempre que escuto "Railroad Man", fico com a ideia que há muito tempo também trabalho numa estação ferroviária.
Com a breca! Se a Liverpool Hope University elaborou um mestrado em Beatles, também posso dar aqui uma mini orientação sobre a banda.
Não vou colocar material por ordem cronológica. Vou somente postar aleatoriamente o que me der na gana.
Hoje, "Railroad Man".
Para quem desconhece, E sempre foi um misfit. Alguém constantemente desenquadrado com a realidade circundante. Este tema é apenas mais um acerca desse desfasamento.
É sobre olharmos à volta e não reconhecer bem a paisagem, nem aquilo que vai acontecendo. Mas é também, ao mesmo tempo, sobre o valor enorme que tem sabermos ter os pés assentes na terra, sabermos quem somos e que, podendo saber pouco, sabemos o suficiente para não nos perdermos por esse labirintos manhosos.
Sempre que escuto "Railroad Man", fico com a ideia que há muito tempo também trabalho numa estação ferroviária.
mãe, também quero.
Tudo o que é bom está no SXSW. Então o que faço eu aqui?
Errrrm.. OK, OK, já entendi.
81 palcos por dia! Sniff.
Errrrm.. OK, OK, já entendi.
81 palcos por dia! Sniff.
wow 2.
Atenção! Não é um post repetido. Simplesmente, mesmo depois do Carnaval, Mascara continua a dar que falar. E faz o segundo chapéu de aba larga em 15 dias...
16 março 2009
shot 43.
antenne: gloves on
nada melhor do que ir costa à costa, e terminar um fim-de-semana de aspecto rocknrolla com um ponto final chillout.
13 março 2009
balcony thoughts.
i became simpler. i get delighted by the most common things.
listening to just a voice and a guitar. reading. watching football. a lone cigarrete. a cup of coffee.
this is enough to get my days going.
these are the things that make me come out of bed early.
that's why i spend more time at home now. but don't worry, i still give my liver plenty things to think about.
i don't think i ever took life seriously. i never make plans. they're only useful for frustration purposes.
at this age i still have no plan. they say the most interesting people never really know what to do with their lives. that always makes me smile.
simple and weird things make me smile. things nobody else gets. that's why i tell myself jokes. like the doors' joke at the elevator.
i don't think i ask for too much. i just need my heart beating soundly. all the forks & knives will then be bent, gently.
this was also written planlessly. just the way i like it.
listening to just a voice and a guitar. reading. watching football. a lone cigarrete. a cup of coffee.
this is enough to get my days going.
these are the things that make me come out of bed early.
that's why i spend more time at home now. but don't worry, i still give my liver plenty things to think about.
i don't think i ever took life seriously. i never make plans. they're only useful for frustration purposes.
at this age i still have no plan. they say the most interesting people never really know what to do with their lives. that always makes me smile.
simple and weird things make me smile. things nobody else gets. that's why i tell myself jokes. like the doors' joke at the elevator.
i don't think i ask for too much. i just need my heart beating soundly. all the forks & knives will then be bent, gently.
this was also written planlessly. just the way i like it.
gula.
Estranho.
Hoje não se vê ninguém a correr para os quiosques para entregar/preencher o Euromilhões.
Esta semana ninguém me perguntou se ia/queria jogar.
Não consigo perceber esta malta que só joga quando há jackpot. Deve ser porque o prémio normal não lhes chega.
Façam lá contas e tentem ter a noção das quantias que saem semanalmente.
Hoje não se vê ninguém a correr para os quiosques para entregar/preencher o Euromilhões.
Esta semana ninguém me perguntou se ia/queria jogar.
Não consigo perceber esta malta que só joga quando há jackpot. Deve ser porque o prémio normal não lhes chega.
Façam lá contas e tentem ter a noção das quantias que saem semanalmente.
12 março 2009
shot 42.
Tá um cheiro estranho a Arcade Fire aqui em casa...
Ah, são os Fanfarlo a tocar ali na sala...
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