

Ainda hoje vou colocar uma canção destes albúns no Cancioneiro Pessoal, vão visitando esse blog também para verificarem se já estão disponíveis.



Já tinha falado brevemente, num post anterior, sobre esta série de animação. Mas estou tão fã que decidi dedicar-lhe um post inteiro! É uma série fenomenal, que facilmente coloco no mesmo patamar dos Simpsons, embora a série da família de Springfield tenha sempre o galardão de breakthrough, isto é de pioneira.
Relacionado com o post anterior, aqui vai um bombom para aqueles que visitam o meu blog. Podem ter acesso ao tema "Trapeze Swinger" dos Iron & Wine, clicando neste link (para fazer o download é só clicar no link e ao fim de 30 sengundos, no canto inferior direito da página têm o link para o download). Escutem e deliciem-se...
Magnífico é a palavra ideal para adjectivar "In The Reins", o último trabalho do projecto Iron & Wine, liderado por Sam Bean, composto com a colaboração dos Calexico. Canções melancólicas, capazes de aquecer qualquer alma penada, que nos tocam de forma singular. Não é só este albúm, quem já conhece Iron & Wine não se espantará com a qualidade deste disco. Sam Beam é sem dúvida um dos melhores escritores de canções contemporâneos, de longe...
Anuncio-vos a abertura do meu mais recente espaço cibernético (o terceiro!), baptizado de Lente de Contacto. O projecto é partilhado com mais 4 compinchas e é dedicado à fotografia. A ideia é que diaria e rotativamente, um de nós coloque no blog uma foto tirada por nós, a qual julgaremos suficientemente interessante para partilhar convosco e atrair a vossa atenção para que o visitem regularmente.
Sozinho em casa? Nada para fazer nas horas mortas? Que tal pegar no telefone, ou num dos programas disponíveis na internet que permitem efectuar telefonemas gratuitos, e ligar para um restaurante no Chile e perguntar se está lá o Speedy Gonzales, porque precisamos de falar com ele?
Desta feita não posso falar, infelizmente, das bandas de suporte. Cheguei em cima da hora, se quiserem entender a razão perguntem ao condutor do 101 que me parecia mais perdido que eu naquela rota manhosa. Adiante...
Eu sabia, eu sabia, mas não quis dizer nada para não me chamarem de fundamentalista. Há umas boas semanas que andava a reparar no péssimo estado do relvado do estádio do Chelsea e perguntava-me como era possível uma equipa com tão grandes objectivos, deixar o relvado ficar naquele estado lastimoso... Quando começou a contagem decrescente para o mui aguardado Chelsea x Barcelona, um horrível pensamento atravessou a minha mente: sabendo que o Barcelona é de longe a melhor equipa a praticar futebol, futebol total, seria propositadamente que o Chelsea deixaria ficar o tapete de Stamford Bridge assim?
Depois de um começo algo duvidoso, a minha relação com a TV inglesa tem vindo a melhorar. Com o tempo vamos conseguindo explorar melhor o terreno e escavar em busca das pérolas escondidas. O arranque da nova grelha do Channel Five foi algo de extraodinário. Séries preciosas para todos os dias da semana. Entre as mesmas destaco "Prison Break" (que se passar em Portugal talvez se chamará "A Fuga Sangrenta da Prisão Maldita"). A série conta a história de Michael Scofield (Wentworth Miller), que alinhava um assalto a um banco, propositadamente falhado, de modo a ganhar bilhete de ingresso para a prisão onde o seu irmão se encontra preso e com sentença de morte marcada para breve. Michael programou a futura fuga até ao mais ínfimo pormenor, ao ponto de tatuar por todo o seu corpo a planta da prisão, embora disfarçadamente. Apesar de todos os obstáculos que vai enfrentando, Michael não desvia nem um milímetro o seu plano e segue a religiosamente o seu plano.
Outra série brilhante é House (em Portugal, será algo como "Casa dos Médicos", nem tomando atenção que House é o nome da personagem principal), que retrata o dia-a-dia de um médico com procedimentos algo ortodoxos. Com um humor cortante e sempre remando contra a maré, House lá vai conseguindo levar a água ao seu moinho. 
Outras pérolas são as séries de animação "American Dad" e "Family Guy", ao melhor estilo dos "Simpsons". Gargalhada atrás de gargalhada, com humor sarcástico q.b. (ou ás vezes roçando os limites).
Life, live, love, lee. 4 palavras servem para descrever a noite no Late Room.
